ontem conversei com o cara que fico há 5 meses. ele disse que é mais fácil para ele se entregar para alguém que ele sabe o prazo para acabar.

eu fico chateada por ele conseguir se abrir para alguém que ele conheceu há dias, enquanto me enrola por saber que sempre vou estar aqui e, ao mesmo tempo, afirma que sou a pessoa que ele mais gosta em São Luís… parece que ele gosta de joguinhos, da sensação de não ter responsabilidades afetivas ou de cumprir expectativa, mas ainda sim quer ter alguém a quem recorrer quando o desejo apertar. ele me mantém ao seu lado, falando que gosta muito de mim, fazendo pouco para demonstrar isso, enquanto se dedica ao máximo para conhecer superficialmente as pessoas até levá-las para cama por períodos curtos e que vão logo acabar.

e à medida que vamos nos conhecendo, criando mais intimidade, os sentimentos mudam… eu agora quero carinho, demonstrações, memórias afetivas, apoio, conversas, compreensão e honestidade.

eu não sei o que ele quer, e ele também não. ele fala raramente fala dos sentimentos, muito menos se aprofunda para analisá-los, “eu só sinto, não consigo controlar”, então não importa o que outras pessoas sentem em relação ao comportamento dele… ou talvez importe e ele não queira mudar mesmo assim. direito dele.

direito e vontade minha: me amar, me conhecer, me aceitar, me dar o melhor que a vida oferece.

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