Uma pequena reflexão do ser

A questão é: quem sou eu quando não há ninguém para eu me assegurar de que estou sendo “certo”? Estou nesse mundo, nesse espaço-tempo, o qual nunca ocorreu antes. Como posso estar sendo “errado” se não há parâmetros, não há regras, não há um manual que me foi entregue me ensinando a ser humana. Eu fui, por um tempo, o que me disseram. Meu comportamento se baseava nas minhas observações do ambiente ao redor.

E agora?

Quem sou eu? Apesar de acanhada, quero apreciação. Quero ser admirada pelo que sou. Mas as pessoas só adorarão aquilo que virem e se agradarem. Ao passo que eu sou muito mais que isso. Não sou a visão dela sobre mim.

Sou a busca pela coragem nas suas infinitas manifestações. Coragem de viver, de ser quem eu posso ser, de enfrentar o lado obscuro da minha psique e absorvê-lo como parte formadora da minha existência.

E o que me forma?

Minha escolhas, minhas prioridades. De modo que as mudanças internas devem ocorrer nos momentos apropriados, quando eu estiver pronta para o que me aguarda depois.

E eu ainda tenho tanto a aprender. Aprender a sentir a ausência do que já inexiste (*cries*) e aprender a sentir o que está sendo colocado nas minhas mãos.

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