Escrever sobre si mesmo é como aprender a sentir as vibrações que a alma produz, os sons que ela ecoa e os olhares em que ela se fascina. É conseguir descobrir-se a si mesmo por meio dos sussurros melódicos de experiências ancestrais que teu corpo consegue se recordar.

Para isso, é preciso muito tempo sozinho, num lugar quieto para abafar a voz da razão que diz “Não há ninguém dentro da tua cabeça, a não ser tu mesmo”. Mas eu sei que algo me chama, grita meu nome no meio da madrugada e me faz sentir poderoso à luz da Lua Cheia.

Então tu tens que treinar o ouvido para escutar atentamente o que a tua alma diz.

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