POR: Demetrius

Não posso viver pelas regras que estabeleceram.

Meu bolso não me permite.

Minha sanidade já me é escassa para permanecer nesse jogo por tanto tempo.

O tempo que perco tentando me adaptar… meu corpo em processo de putrefação reclama, enquanto meu espírito aguardando pela reencarnação anseia por experiências ainda não vividas pela consciência humana.

Culpas de vidas passadas me arrastam por tavernas imundas a procura de um olhar de ternura

capaz de rasgar a ferida apodrecida que tu abriste no buraco negro da minh’alma.

E me perdoa se não fui o bastante com minha parca intensidade.

Nunca fui. Nunca serei.

As luzes que teu toque acendeu em mim não permanecem brilhando tempo suficiente para que eu ache o caminho que me leva a ti em outras vidas.

Apenas estou em busca de uma morte rápida

na qual teu rosto seja a última contemplação de felicidade em que eu possa desfrutar.

 

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