Escrito em meados de 2 de novembro de 2014

Porque eu não preciso de ninguém para se sentar na frente do meu vazio e tagarelar como se estivesse disposto a compreendê-lo. Não preciso de alma gêmea, pois estou contenta com a minha concubina inteiriça, atormentando minhas noites quando ela está sedenta por algo que não posso lhe dar. E por que diabos eu derramaria uma confiança pueril nas mãos de alguém, como se esta pessoa pudesse, de algum modo, permanecer-me fiel até o resto dos meus dias quando eu mesma mudo de ideia sobre mim a cada segundo?

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