Às vezes, a ignorância é uma benção dada para amenizar a maldição que é viver.

Outras, a indiferença mostra-se como a maneira mais eficaz de dissipar o desejo quase inconsolável de não viver.

Mas me pego pensando se nas outras vidas irá existir o que conhecemos por “dor”.

Então me empenho para senti-la, mesmo em sua maior intensidade. Deixo ela agarrar-se em cada entranha do meu corpo e se infiltrar em cada veia.

Ela me faz apodrecer, e ainda sim me sinto mais viva do que jamais me senti.

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