Viver é ter que aceitar a incerteza de ganhos e a certeza de perdas. A partir do instante em que nos damos conta disso, passamos o resto de nossos dias a tentar convencer a nós mesmos de que os vislumbres ocasionais de harmonia (que a vida coloca em nosso caminho enquanto rastejamos ao longo dela) são o suficiente para suportar a ideia de permanecer nesse mundo, quando, nas noites em que o vento na janela não nos deixa dormir, a desgraça e a solidão nos sussurram o contrário.

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