“Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu corpo dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas’

Sou um verme em desespero

Trancafiado com alguém que não conheço

A milhares de metros do chão

Sou um leve incomodo

Uma cacofonia

Um subversivo

Um eufemismo

Nesse mundo destruído

Estou em paz

Mas tanto faz

Ninguém mais sabe que estou aqui

A não ser a pessoa que não conheço

Que grita e chora sem parar

Implorando para que a tirem dali

Mas acho que ninguém a ouve.

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