Os fantasmas de mim

Ela disse que eu tinha medo

Mas eu sai correndo antes que pudesse perguntar

Medo de quê

Se eu já tenho dívidas e demônios no meu quarto

E depois de amanhã não vou ter mais você?

Foi então que no meio da noite de ontem

Acordei do meu insone torpor

Imaginando como ela seria apenas mais um nome

A ser colecionado em minhas canções de trovador

Mas nada era mais delirante que o simples ato de rezar

Rezar para que ele não ache o corpo dela

Quando as luzes se forem

E quando ela não quiser mais esperar. 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s